quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quando a Vida nos Separa

Para quem não sabe, eu acredito sim em vidas passsadas, universos pararelos, em anjos, mentores e muitas outras coisas... Não sei se faço certo, mas decidi compartilhar isso aqui, só para deixar registrado. Mas ultimamente tenho passado por uma fase curiosa, que em meus quase 25 anos nunca tinha passado... Posso ainda ser vista por muitos que me conhecem, por ser uma simples garota imatura, mimada, antipática e ignorante para milhares de assuntos, mas algo curioso anda acontecendo e é como se eu estivesse me conectando cada vez mais com essas energias sobrenaturais. (Não sou médium, calma) Eu simplesmente tenho feito perguntas para o Universo e as respostas tem vindo tão diretas que tenho ficado até assustada. E todas por meios de comunicação normais, como um filme que você liga bem na hora do que precisa ouvir, um livro, coisas tão simples que as vezes passam despercebidas... Alguns falam da minha vida profissional, outros da amorosa...
A algum tempo atraz, me fechei para o amor, criei em mim, na minha mente uma muralha de gelo, que não deixava que ninguém me visse e que eu também não visse mais niguém, porque ja tinha me conformado com a solidão... Ja tinha me acostumado com a vida sozinha, mas isso não quer dizer que eu gostava. Apenas me conformei com o que eu chamava de "minha sina". Então criei planos para o meu futuro "sozinha", pois achava, acho, achava, bom...que com o meu coração ferido, não sei se seria capaz de confiar em mais alguém neste mundo da maneira que ele se encontra hoje. As Pessoas só pensam em dinheiro, em querer ser maiores que os outros, só querem aparecer e não se importam mais em aprender e viver as coisas simples... Será que sou tão antiga assim? Será que sou tão infantil assim ao ponto de querer que ainda exista alguém nesta vida que pense em ser feliz com uma unica pessoa. Que saiba se satisfazer apenas com este alguém? Os jovens perderam o respeito, os adolescentes os princípios e os adultos o carater. Teria eu a coragem de por um filho neste mundo? Não. Pelo menos é o que eu pensava antes...
Como já citei neste blog um dia... Eu acredito num mundo melhor... Mas sozinha não tenho moral para dizer isso...
Por fora posso parecer fria, mas por dentro me derreto... Sou mais sensível do que alguém pode imaginar. E sou empática de mais. Sempre tento entender o ponto de vista da pessoa antes de dar uma opinião, e sou fiel ao dito: "Não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem para você".  
Não sou "dificil", apenas perdi a confiança em qualquer um...
Por mais que eu ja tenha perdoado de coração qualquer magoa que tenham me causado, eu ainda desejo ouvir em alto e bom som um "PERDÃO" sincero de quem um dia me me fez chorar, de quem ja me deixou agoniada, sem palavras e sem respostas...
Acho que esta é a postagem mais longa que ja escrevi e se você leu até aqui é porque de alguma forma achou interessante. Mesmo que para rir da minha cara.
Não sei se consegui ser clara, mas como ja ouvir dizer uma vez...
(As palavras ditas de um coração ferido, não trarão a pessoa amada de volta aos seus braços, mas ajudarão a amenizar a sua dor...)
A quem estiver lendo, ah uma coisa que eu tenho moral absoluta de dizer:

"A solidão é uma das piores coisas que existe na vida, mas também posso garantir que é um dos melhores professores da vida. Uma pessoa só aprende a dar valor as outras pessoas a sua volta quando se sente completamente só, ou o famoso dito popular: 'Só aprende a dar valor depois que perde'. Não deixem para dar valor a pessoas e coisas simples da vida que te façam feliz, só depois que as perderem, evite falar e pensar: AGORA É TARDE DE MAIS..."

Posso ter escrito um monte de baboseiras ai em cima, mas se tudo que estiver acontecendo de "sobrenatural" for coisa da minha cabeça, por favor, me internem... Porque devo ter passado do limite das minhas imaginações...
Para ser sincera, eu ia só colocar esse texto da Maria S. O. no blog, mas fui escrevendo, escrevendo e escrevi tudo o que escrevi... Acho que o texto ja dizia por si, mas decidi escrever com minha palavras também.
(Descupem qualquer erro de digitação ou concordância verbal) Apenas leiam o texto que chegou para mim de uma forma que não saberia explicar direito...

Um texto de Maria Silvia Orlovas
Tirado do site: http://migre.me/4bTgi

Todos nós quando encontramos alguém desejamos que seja para sempre. E posso dizer, como representante das mulheres, que muitas de nós já imaginam como seria casar, ter filhos e envelhecer junto dessa pessoa... Quão lindos são os nossos sonhos! Porém, quando a vida se apresenta, surgem também as decepções. Muitas delas vêm sem dar nenhum aviso à pessoa envolvida que pode ou não tomar conhecimento do fato. Decepcionamo-nos por tudo aquilo que imaginamos não se concretizar.

Ao longo dos anos, aprendi que somos nós que criamos essas idéias e que muitas vezes o outro não tem nem noção daquilo que edificamos em nossas mentes. Muitos relacionamentos sobrevivem aos tempestuosos momentos de desilusões do começo e permanecem por vários anos quando, aí sim, de fato a vida nos separa... Você já deve ter conhecido pessoas que depois de algum tempo de uma relação aparentemente saudável e feliz se separam sem maiores explicações. Em certos casos, nem os próprios envolvidos entendem o fim do relacionamento e quando as pessoas estão devidamente amadurecidas nem se culpam pelo fato em si. Às vezes, se sentem culpadas justamente por fazerem o outro sofrer. E quando não é apenas uma outra pessoa, mas tem família envolvida (filhos, dinheiro), tudo fica pior.

Em vidas passadas aprendemos que para tudo tem um tempo e em algumas situações, viemos nesta vida com muitos compromissos. Assim, o destino pode nos colocar para viver mais de um relacionamento numa mesma existência. Nos tempos mais antigos as pessoas se obrigavam a viver “relacionamentos eternos”. Hoje em dia, felizmente, temos a liberdade de procurar caminhos mais felizes e até de reescrever uma história de amor.

Quando meus clientes me perguntam sobre reencontros, explico que eles sempre acontecem, mas sem as garantias das imagens felizes de “almas gêmeas” que criamos na mídia e nas novelas. Encontramos pessoas para aprendermos a nos relacionar afetivamente e limparmos nossas arestas. Claro que alguns são mais afim com nossa natureza interior e por isso são companheiros mais fáceis de conviver. Outros, no entanto, depois do brilho da paixão, tornam-se simplesmente cinzas, sem deixar maiores rastros em nossas vidas. Creio que cada um de nós deve acreditar na felicidade e investir de coração nas nossas histórias.

Os mestres de luz ensinam que sofrer faz parte das experiências e devemos tentar observar o que é de fato um sofrimento e o que é uma simples desilusão. Porque vale a pena investir naquilo que acreditamos... Amor sempre vale a pena!

Quando atendi o Hamilton, não imaginei que os seus maiores conflitos fossem amorosos porque aquele homem tinha uma energia serena e uma mente lúcida. Já o conhecia há alguns anos e tínhamos feito esporadicamente algumas sessões, tratando assuntos diversos sem que ele tivesse comentado sobre amor. Como ele me explicara antes do nosso reencontro, queria se aprofundar um pouco mais em si mesmo.

Apareceu, então, na sessão de vidas passadas, uma história de amor em que ele era casado com uma mulher de grande projeção social e não quis terminar o relacionamento para viver sua história de amor com uma camponesa. Sendo bem mais velho que a moça, sentia-se inseguro em começar um novo relacionamento. Por outro lado, vivia uma estabilidade financeira e estava cercado por coisas que julgava importantíssimas em sua vida, como conforto, festas e regalias que suas condições ofereciam. Assim, por muitos anos mantiveram um caso e quando ela engravidou, ele não quis assumir o filho, terminando o relacionamento de uma forma muito triste. Os mestres que conduzem a sessão de vidas passadas, talvez por piedade, não mostraram como foram seus dias finais, mas pude sentir como teria sido...

Quando começamos a conversar sobre a sintonia que encontrava entre a vida atual e a vida passada, ele me confidenciou que tudo, absolutamente tudo, estava se repetindo; com o agravante de que ele, nesta vida, não era mais nobre, nem tinha tanto dinheiro como na vida passada. Disse sentir também que sua vida profissional estava desandando desde que ele conheceu uma moça no seu ambiente de trabalho. Claro que eles não deixaram transparecer o que sentiam, mas as coisas simplesmente estavam se fechando para ele, enquanto vivia com o coração em sobressalto.

Hamilton me disse que seu relacionamento com a esposa era uma relação morna, sem luz, sem filhos, sem sonhos. Eles que sempre tiveram muitas coisas em comum, não se sentiam bem nem nas viagens que faziam. Não encontravam mais prazer em estar juntos. Ele fez questão de explicar que não eram casados, mas moravam juntos há 5 anos, o que significava casamento para os dois. Porém, ele sabia que sua mulher se ressentia de não se casarem oficialmente. Agora, com a chegada desta moça em sua vida ele se sentia o pior traidor do mundo. Sim, porque ele imaginava que sua vida seria feliz com a esposa e nunca pensou em traí-la. Nessa situação, via-se como o algoz de toda a história, quando na verdade, interiormente, sentia-se vítima do destino. “Por que Deus colocou essa moça na minha vida?”, perguntou ele com os olhos cheios de lágrimas. Sem saber se ele desejava ou não uma resposta, apenas sugeri que devia haver um espaço em seu coração para isso acontecer. Ele, balançando a cabeça disse, sem olhar nos meus olhos: “Você tem razão eu e C.... já não ríamos juntos há anos. Começamos a namorar há quase quinze anos e fomos ficando juntos aos poucos. Uma hora era ela que não queria casar; em outra, era eu que estava desempregado e agora que encontramos um certo equilíbrio parece que tudo chegou ao fim. Não antes sem a minha traição”.

O que dizer para esse homem maduro e confuso ao mesmo tempo? Que ele está tendo uma nova chance de reconstruir a sua história? Que ele pode se dar a oportunidade de ser feliz? Que ele deve amar de forma livre, sem apegos? Enfim, tudo isso ele já sentia vibrar dentro de si quando terminamos a sessão, porém, ambos sabíamos que o restante dependeria dele e de suas atitudes.

Poderia aqui narrar para você, amigo leitor, muitos casos de pessoas que abriram mão do amor e depois disso se deram muito mal, porque sem amor a vida não vale a pena! Temos sim que fazer concessões e investir em relacionamentos para durar a vida inteira, porque não estamos aqui nessa existência de passagem. Mas precisamos aceitar as mudanças de curso no nosso destino, pois a felicidade pode estar aí ao lado e você pode escolher permanecer preso ao que já foi.

Aprendi em minha primeira viagem à Índia, quando não sabia o que pedir a Deus sobre soluções e caminhos, que o importante é viver a verdade, porque a verdade é vida, é amor e liberdade. Assim, o que posso compartilhar com você sobre esta experiência de hoje? Meu amigo, viva a verdade em sua vida porque tudo pode e deve sempre ser melhor...

por Maria Silvia OrlovasMaria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
E-mail: morlovas@terra.com.br
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=4291

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